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Lula e Janja gastam R$ 4,5 bi em viagens oficiais, batendo recordes de despesas.
Em menos de dois anos, gastos com diárias e passagens superam R$ 4,5 bi, batem recordes e levantam críticas sobre prioridades do governo.
Por Redação • 01/02/2026 14:52
Enquanto o brasileiro aperta o cinto diante de impostos altos, serviços precários e estatais no vermelho, o governo federal segue no caminho oposto: mais viagens, mais diárias e mais gastos públicos.
Levantamentos recentes mostram que, sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, os custos com deslocamentos oficiais dispararam a níveis que não eram vistos há mais de uma década. Somente em 2023 e 2024, as despesas com passagens e diárias ultrapassaram R$ 4,58 bilhões.
O valor é chocante por um motivo simples: já supera todo o montante gasto nos quatro anos do governo de Jair Bolsonaro.
📊 A comparação que incomoda
Dados compilados a partir do Portal da Transparência e divulgados pela Controladoria-Geral da União mostram:
Gastos com viagens oficiais (diárias + passagens)
• Lula (2023–2024) → R$ 4,58 bilhões em 2 anos
• Bolsonaro (2019–2022) → R$ 4,15 bilhões em 4 anos
Ou seja:
👉 o atual governo gastou mais em metade do tempo
Mesmo considerando que 2020 e 2021 foram anos de pandemia (com menos viagens no mundo inteiro), o salto atual vai muito além da normalização — virou recorde histórico recente.
Só em 2023, o governo federal gastou cerca de R$ 3,3 bilhões, o maior valor anual desde 2014.
🌍 Diplomacia ou turismo institucional?
Parte das despesas é atribuída à intensa agenda internacional do presidente. Lula multiplicou viagens à Europa, EUA, Ásia, Oriente Médio e América Latina, com comitivas numerosas.
Mas o que gera críticas é o tamanho da estrutura:
• Dezenas de assessores
• Equipes ampliadas
• Diárias internacionais elevadas
• Voos da FAB
• Logística de segurança
Especialistas em contas públicas questionam:
qual o retorno prático dessas viagens para a economia brasileira?
Sem transparência clara de resultados, a percepção pública vira uma só: custo alto demais para benefício incerto.
Janja também vira alvo
As viagens da primeira-dama Rosângela Lula da Silva (Janja) também entraram no radar.
Deslocamentos internacionais para Nova Iorque, Roma, Paris e Rússia motivaram questionamentos judiciais e pedidos de explicação sobre:
• Finalidade oficial
• Cargos formais
• Custos pagos pelo Tesouro
A Justiça Federal do Brasil determinou que o governo apresente esclarecimentos sobre os gastos.
Para críticos, a situação expõe um problema básico: a primeira-dama não ocupa cargo eletivo nem função administrativa formal, o que torna o uso de recursos públicos ainda mais sensível.
💸 Quem paga essa conta?
Sempre que o governo amplia despesas administrativas, a conta não desaparece.
Ela volta em forma de:
• Mais impostos
• Cortes em saúde e educação
• Aumento da dívida pública
• Menos investimentos
Ou seja: o contribuinte financia o luxo oficial.
Enquanto isso, o discurso é de “austeridade” e “responsabilidade social”.
A incoerência salta aos olhos.
⚖️ Contraste político
No governo anterior, a narrativa era de:
• Redução de comitivas
• Menos viagens internacionais
• Corte de despesas administrativas
• Foco em contenção de gastos
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